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1   Eu, no meu homem natural,
     Acho que tenho tal vigor;
     Mas eu não sei, nem posso ver
        Quão fraco sou.
 
2   Quando no mundo eu estou,
     Não sinto minhas falhas más,
     Mas me orgulho do que sou,
        Ainda mais.
 
3   Quando em trevas, eu não sei
     Como sou superficial,
     Ainda acho que sou bom;
        Que sonho mau!
 
4   Mas quando vou, Senhor, a Ti,
     A Tua luz descobre-me,
     Vejo o que eu nunca vi –
        Meu ego enfim.
 
5   O Teu olhar penetra em mim,
     A minha força some ali,
     A autoestima deixo eu,
        E prostro-me.
 
6   Quão cego o orgulho meu,
     Que minha alma forte faz,
     Que do escuro coração
        Vem tão audaz.
 
7   O meu orgulho nada faz,
     Lamentação, vergonha há,
     E cada membro é incapaz:
        Como orar?
 
8   A Tua vida livra-me,
     Teu sangue salva-me, Senhor;
     Mas tão imundo, pobre eu
        Ainda sou.
 
9   Quero orar, não tenho fé;
     Vem renovar meu coração,
     Desejo ver-Te como és,
        Tem compaixão!

Categoria: Anelos
Subcategoria: Por Misericórdia

Letra: Watchman Nee
Música: Anônimo
Tonalidade: Ré menor
Métrica: 8.8.8.4
Ing: 430
Esp: 181
Chi: 325
Cor: 430

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