412





1   Deus, revela-Te a mim,
     Minha carne mostra-me;
     Dá-me Tua graça, sim,
     E no pó me prostrarei.
     Quero a vitória, sim,
     Mas tão fraco sou também!
     Oh, o bem não sei fazer,
     E do mal eu sou refém.
 
2   Eu Te quero, sim, Senhor,
     Mas o meu andar é mau;
     Não consigo me mudar,
     Que escravidão real!
     Tua lei só me expõe,
     O pecado vem prender;
     Me esforço pra sair,
     Não consigo desprender.
 
3   Caio e levanto-me,
     Tento, mas só falho mais;
     Quando quero, pois, vencer,
     As derrotas são demais.
     Do pecado servo sou,
     Totalmente sem poder;
     Minha carne não contém
     Bem nenhum – o que fazer?
 
4   Sim, em parte sei quem sou,
     E que eu sou incapaz;
     Minha índole é má,
     Tão corrupta e voraz.
     Eu não posso confiar
     No meu ego, isso sei;
     Minha esperança é
     O Senhor Jesus, meu Rei.
 
5   Mortifica-me na Cruz,
     Pra em Cristo confiar;
     Pelo Santo Espírito,
     Possa Cristo aplicar.
     Sua morte aja em mim
     Cada dia sem cessar,
     Pro meu ego destruir,
     Sua vida derramar.
 
6   Quão terrível, sim, eu sou!
     Quem me pode libertar,
     Me tornar um vencedor,
     Desta morte me livrar?
     Cristo sangue derramou,
     Santidade é em mim;
     Como vida O recebi,
     E porção que não tem fim.
 
7   Mas santificado fui,
     Obedeço Teu falar;
     Não me envergonho mais
     Quando vou Te procurar.
     Vida transcendente tens,
     Graça pela fé me dás!
     Eu Te louvo, livre sou,
     Hoje tenho plena paz.

Categoria: Anelos
Subcategoria: Por Conhecer a Carne

Letra: Watchman Nee
Música: Simeon Butler Marsh
Tonalidade: Mi Maior
Métrica: 7.7.7.7.D
Ing: 412
Esp: 179
Chi: 309
Cor: 412

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